Saiba como a Retoque Comunicação desenvolveu o “Curso Abdib de Infraestrutura para Jornalistas”

Quase dois terços das crises enfrentadas pelas empresas brasileiras são passíveis de serem antecipadas e evitadas. Os dados são do IC Crises Index, da agência Imagem Corporativa, com base em estudos de ocorrências em 2010. Restam apenas 26% dos casos em que se verificam crises repentinas, ou seja, devido a catástrofes naturais ou outros fenômenos do tipo. Como todo bom gestor sabe, o primeiro passo para enfrentar uma situação é estabelecer um foco bem definido sobre a questão.

Para uma organização, portanto, crise é toda ocorrência com repercussão midiática que pode ameaçar a continuidade de suas operações ou o desempenho de suas atividades. Quando uma marca é posta em desconfiança, os clientes ameaçam abandoná-la e isso é o maior risco que uma organização pode enfrentar. Desse modo, os jornalistas formam um público prioritário a ser tratado para blindar a imagem corporativa. Os jornalistas brasileiros somam 45.000 profissionais em atuação no mercado. Pouco menos da metade (47%) trabalha em empresas informativas. Desses, 38% atuam em periódicos impressos e/ou digitais. O salário médio em São Paulo é de R$ 4.418,00.

A jornalista Fernanda Gentil, apresentadora da Rede Globo de Televisão, é o rosto que pode simbolizar o perfil médio do profissional de notícias em atuação no Brasil. Segundo pesquisa da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), publicada em 2012, os jornalistas brasileiros são majoritariamente mulheres brancas, com até 30 anos (48%), e solteiras. Os homens representam 36% dos jornalistas em atuação no Brasil.

Do total dos profissionais, 72% se declaram brancos, 18% pardos e 5% negros. Menos da metade dos jornalistas brasileiros conta com um curso de extensão ou de pós-graduação, o que evidencia a formação básica dos profissionais de redação.

A exigência do diploma nos últimos anos fez com que a formação universitária virasse regra na área (98%), majoritariamente em jornalismo mesmo (89%). A maioria dos repórteres e editores no setor se formou em faculdades e universidades privadas (62%).

CASO

Essa foi a razão principal da Retoque ter desenvolvido com a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) um curso pioneiro para jornalistas entenderem o setor que envolve as áreas de energia elétrica, petróleo e gás, transporte e logística e saneamento ambiental.

A Retoque desenvolveu também, em parceria com a Associação Brasileiras das Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), um curso para jornalistas entenderem o setor de resíduos industriais. Nos dois cursos, convidaram-se professores da Universidade de São Paulo para esclarecerem conceitos básicos do setor. Participaram também especialistas do setor privado para comentar os desafios e soluções para as áreas de infraestrutura e tratamento de resíduos. Mais de 40 jornalistas participaram das ações e ganharam certificados.

Nos dois cursos, convidaram-se professores da Universidade de São Paulo para esclarecerem conceitos básicos do setor. Participaram também especialistas do setor privado para comentar os desafios e soluções para as áreas de infraestrutura e tratamento de resíduos. Mais de 40 jornalistas participaram das ações e ganharam certificados.