Quais os desafios das empresas com a cultura organizacional? Quais ações devem ser analisadas em momentos de mudança? Para debater essas questões, a comissão Mundo do Trabalho da Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-SP) convidou Daniel Augusto Motta, autor do livro “A liderança essencial” e fundador do Blue Management Institute.

“Com todas as transformações ao longo das últimas décadas, fica evidente que propósitos inspiradores são necessários, mas não são suficientes para levar uma empresa para uma trajetória de desenvolvimento sustentável”, afirmou Mattos. “É importante entender que a transformação cultural é um processo de aprendizagem coletiva e também uma construção social consciente. Requer espaço para compartilhar, estímulos diversos que reforcem normas grupais”, exemplificou.

De acordo com o especialista, a formação da cultura organizacional é realizada por meio do processo adaptativo natural através da convivência e interações para realizar o propósito. “As lideranças que operam os processos de negócio são a “cultura viva” da organização”. “Gosto de ressaltar que a média liderança é essencial nas grandes empresas para engajar e conquistar os resultados positivos”, afirmou.

Para Mattos, o processo que pode definir a cultura organizacional reúne três ações. “O primeiro passo é o desenvolvimento do mapa mental coletivo que orienta atitudes e comportamentos dos grupos e define o jeito de ser da organização. Outra ação é o modo como o grupo opera e interage para realizar o propósito. Por último, destaca-se a natureza do vinculo grupal e pessoal com a organização”, concluiu.

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