Construindo Prestígio, Gerando Influência

Retoque Comunicação comemora seus 20 anos com o lançamento deste espaço de Diálogo e Cocriação

Newsletter – Edição Especial

 

Julho de 2017

“Prestígio é a moeda da era digital”

Karel Dörner e David Edelman, McKinsey Co.

A cada minuto, cerca de 100 horas de vídeos são postadas no YouTube. Todos os dias, quase 5 bilhões de posts são publicados no Facebook e 500 milhões de twittes são registrados. Não é difícil perceber que o volume de informações é massacrante e quem deseja se aventurar em busca de destaque nesse turbilhão de dados e fofocas corre o sério risco de se frustrar.

Porém, prístina sabedoria da vovó, nunca devemos nos esquecer que se há o copo meio vazio, há igualmente o copo meio cheio. Todos os dias, um bilhão de horas de vídeos são assistidas no YouTube. Nada menos que 640 milhões de minutos por mês são gastos no Facebook pelos seus usuários. Esses mesmos usuários que todos os dias curtem 4,5 bilhões de posts. Trata-se de uma audiência avassaladora.

O problema é que poucos mortais no mundo podem ter o padrão de uma Katy Perry, com 71 milhões de seguidores no Twitter, ou um Donald Trump, com 31 milhões. Nada menos que 82% das contas do Twitter têm menos de 300 seguidores. O número médio na rede de microblogs é de 208 seguidores.

Felizmente, Chris Anderson, em seu livro A Cauda Longa, já deu a receita para quem se desanima com esses números: encontre o seu nicho. Vá dos milhões aos milhares. Dos milhares às centenas. Das centenas às dezenas. O que importa, na verdade, é a resposta certa do público certo.

Samir Mezhari, responsável pelas contas das redes sociais do BuzzFeed, por exemplo, afirma que atingir o número mágico de 3.000 seguidores faz com que toda ação na conta gere uma reação. Começa a haver diálogo efetivo.

O que importa mais, a mensagem ou o mensageiro?

Nada melhor que uma mensagem chancelada por uma autoridade.

Em tempos de Fake News, a confiança é um atributo poderoso nas mensagens. Pesquisa do jornal Folha de S. Paulo mostra que 80% dos twittes de maior prestígio durante os protestos de 2013 no Brasil eram baseados em compartilhamentos de notícias de jornais consagrados.

Parece, portanto, que em alguns casos o mensageiro (e sua credibilidade) é mais importante do que a mensagem em si.

Mensagens baseadas em meios de comunicação consagrados é um bom caminho.

Virar notícia, porém, ainda mais em um veículo consagrado de comunicação, não é algo trivial. Todos os dias, por exemplo, o periódico Valor Econômico publica 100 reportagens. Duas mil por mês, portanto. Só no Brasil, existem mais de 5 milhões de empresas em operação. Mais de 300 mil indústrias. Percebe-se como a concorrência para aparecer em uma reportagem de qualidade é tão grande quanto a concorrência entre produtos e serviços convencionais no mercado.

A verdadeira questão é que as empresas não podem simplesmente se abster dessa concorrência. Os seus clientes, colaboradores, fornecedores e influenciadores são vítimas cotidianas dessa guerra por atenção. São bombardeados minuto a minuto por posts, vídeos, notícias e mensagens de celular. E nada há a fazer contra esse fenômeno a não ser se resignar.

Haveria um caminho para se destacar no turbilhão de informações? 

Se há uma estratégia do Oceano Azul para o mercado (a inovação ou o nicho que evitam a concorrência), há também uma estratégia do Oceano Azul para a batalha do oceano vermelho da atenção.

O nome dessa estratégia é PRESTÍGIO.

As empresas podem não ser a Katy Perry para milhões, mas podem ser a Katy Perry para milhares ou para centenas. E, principalmente no negócio B2B, é isso o que basta. O resto é dispersão.

Todavia, será que o PRESTÍGIO é assim tão importante? Afinal, nossas empresas foram fundadas – e já resistem por anos – sem uma estratégia como essa.

Pesquisas do Reputation Institute demonstram a importância do PRESTÍGIO para as empresas, com os mais diversos públicos:

Mas há dois quesitos mais importantes no qual o PRESTÍGIO cumpre um papel importante nas empresas: a sustentabilidade e o crescimento.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos fornecem o primeiro motivo da importância do PRESTÍGIO no mercado.

Das 694 mil empresas abertas em 2009 no Brasil, apenas 275 mil ainda estavam em funcionamento em 2014. Após o primeiro ano, 157 mil fecharam as portas. Ou seja, 60% das empresas vão à falência em cinco anos de operação.

A pesquisa do IBGE nos fornece também o segundo motivo da importância do PRESTÍGIO: o porte das empresas influencia na sobrevivência. As empresas com mais de 10 funcionários apresentam taxas de 70% de sucesso.

Em outras palavras, crescer não faz somente bem ao faturamento e ao lucro, mas garante a sustentabilidade do negócio no longo prazo. E, para crescer, é preciso vencer a batalha da atenção.

O terceiro grande motivo que reitera a importância do PRESTÍGIO vem de estudo do Sebrae sobre a mortalidade das empresas no Brasil. A falta de capital de giro é apontada como causa principal da falência para 51% dos insucessos. Ou seja, vender e faturar, o mais rápido e frequentemente possível, é a prioridade absoluta. Se isso não é verdade para economias com taxas de juros incipientes, como nos Estados Unidos ou no Japão, no Brasil empréstimo é quase sinônimo de má gestão.

O PRESTÍGIO não vale somente para empresas tradicionais. Trata-se de uma qualidade igualmente importante para entidades de classe e Organizações Sem Fins Lucrativos, as ONGs.

Estudo de Michel e Rieunier mostra que as dimensões da marca influenciam pesadamente na disposição de indivíduos doarem tempo e dinheiro para instituições do terceiro setor. A familiaridade com a marca igualmente explica fortemente a contribuição financeira com ONGs.

Mesmo o público interno é afetado pelo PRESTÍGIO das empresas nas quais trabalham.

Fica evidente portanto como o PRESTÍGIO é um fator primordial na construção de uma vantagem competitiva para as organizações com todos os seus principais stakeholders.

Afinal de contas, como construir o PRESTÍGIO?

A pergunta que vale um milhão é como construir esse PRESTÍGIO em nossas organizações.

A pergunta vale um milhão, mas não pode custar um milhão. Com um milhão (de dólares, de reais, de patacas, etc.) tudo fica mais fácil, ainda que não necessariamente mais eficiente.

E se houvesse uma metodologia capaz de aumentar o PRESTÍGIO das empresas, sem um custo proibitivo para pequenas, médias e grandes organizações?

Teria de ser uma metodologia “papo reto”, ou seja, focada nas necessidades específicas de cada empresa ou entidade com seus principais públicos. Com a construção de mensagens poderosas, narrativas alinhadas e engenhosos mecanismos de atração de atenção.

Com 20 anos de atuação, sobretudo no mercado B2B, a Retoque acredita que tem a resposta para essa questão.

Não se trata de uma metodologia importada, cheia de cases em países desenvolvidos com realidades completamente diferentes do Brasil.

Não se trata também de uma metodologia criada, com base na última literatura sobre Branding ou Design Thinking.

Trata-se de uma metodologia desenvolvida em 20 anos por meio de trabalhos reais para clientes reais no mercado brasileiro.

Foram protótipos e protótipos desenvolvidos para mais de 40 empresas e entidades do País.

Essa metodologia, testada e aprovada no mercado real, a Retoque batizou de “Pilar de Prestígio”.

Com mais de uma dezena de casos de sucesso, a Retoque agora quer compartilhar com mais organizações essa metodologia fundamental para aumentar a competitividade do setor produtivo brasileiro.

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